Brasil: hasta el 3 de septiembre se desarrolla la 44° edición del Festival internacional de cine de Gramado

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En 2016, el evento viene repleto de atracciones tanto sea en la pantalla grande – donde se proyectarán más de 70 películas en los nueve días de festival – como en los salones de debates, que reúnen a productores, cineastas, críticos, periodistas y directores de festivales para charlas sobre arte y mercado.

En las muestras competitivas serán siete largometrajes latinoamericanos y seis brasileños, además de 16 cortos nacionales en competencia. Entre todos los formatos y muestras, son 53 cintas que disputan nominaciones en 17 categorías y premios que suman US$ 80 mil.

Entre las muestras paralelas, el destaque es para la exhibición de dos películas en las sesiones Sundance, realizadas gracias a un acuerdo entre los dos festivales. Una de ellas, ‘Mammal’, será comentada personalmente por la actriz Rachel Griffiths, vencedora del Globo de Oro.

Tratándose de celebridades del cine, estará también en la sierra de Rio Grande del Sur la argentina Cecilia Roth, que recibe un homenaje del festival. También recibirán homenajes los brasileños Tony Ramos, José Mojica Martins y Sonia Braga.

La película más esperada de Brasil debuta en Gramado

El más tradicional festival audiovisual de Brasil, realizado de forma ininterrumpida desde 1973, arranca su 44ª edición a lo grande: la noche de apertura del Festival De Cine de Gramado en 2016 exhibe, por primera vez en Brasil, el esperado largometraje ‘Aquarius’, del aclamado director Kleber Mendonça Filho.

La película viene de una exitosa carrera en festivales internacionales, incluyendo Cannes, donde se ganó a la platea por la calidad de la producción y a las cámaras por la protesta del equipo artístico criticando los rumbos políticos en Brasil.

Además de marcar el debut de ‘Aquarius’, la noche del viernes en Gramado será de mucha emoción en la alfombra roja por el homenaje a la actriz brasileña Sonia Braga, protagonista de ‘Aquarius’ y reconocida por su larga trayectoria en el cine nacional en clásicos como ‘Dueña Flor y sus dos maridos’ y ‘El beso de la mujer araña’.

Es la primera vez de Sonia en Gramado, aunque haya sido vencedora en dos oportunidades de los deseados trofeos Kikitos por sus performances en «Eu te amo» (1981) y «Memórias Póstumas» (2001).

Este año, viene recoger la distinción más tradicional del festival: el Trofeo Oscarito, que se dedica a destacar trayectorias profesionales de actores y actrices brasileños. «Un homenaje es algo increíble y muy bonito, sin lugar a dudas. Pero todavía me suena raro la idea, porque me parece que el más grande premio que un actor pueda recibir es el trabajo», revela.

Publicado por Pantallazo

Aquarius vai abrir a 44ª edição do evento

Aclamado mundialmente depois de sua passagem por Cannes, em disputa pela Palma de Ouro – saiba mais – Aquarius, do pernambucano Kleber Mendonça Filho, será o filme de abertura do 44º Festival de Gramado (26 de agosto a 3 de setembro), que anunciou na manhã desta quarta-feira (20) os concorrentes nacionais e hispano-americanos ao troféu Kikito de 2016.

Thriller sobre uma jornalista aposenta em luta contra a especulação imobiliária num antigo prédio do Recife, o longa de Kleber entra hors-concours no evento, mas sua protagonista, Sônia Braga, receberá um prêmio em homenagem à sua carreira: o troféu Oscarito. Na lista de competidores, a curadoria alternou veteranos como Domingos Oliveira e jovens realizadores, como Matheus Souza, abrindo vaga para potenciais blockbusters como a cinebiografia da cantora Elis Regina (1945-1982), estrelada por Andreia Horta. Vale destacar entre os filmes em concurso que O Silêncio do Céu, produzido pela RT Features (a mesma de Frances Ha e A Bruxa) tem como protagonista o galã argentino Leonardo Sbaraglia, de Relatos Selvagens (2014).

LONGAS-METRAGENS BRASILEIROS

Barata Ribeiro, 716 (RJ), de Domingos Oliveira
El Mate (SP), de Bruno Kott
Elis (SP), de Hugo Prata
O Roubo da Taça (SP), de Caito Ortiz
O Silêncio do Céu (Brasil/Argentina), de Marco Dutra
Tamo junto (RJ), de Matheus Souza

LONGAS-METRAGENS ESTRANGEIROS

Campaña Antiargentina (Argentina), de Ale Parysow
Carga Sellada (Bolívia/México/Venezuela/França), de Julia Vargas
Espejuelos Oscuros (Cuba), de Jessica Rodriguez
Esteros (Argentina/Brasil), de Papu Curotto
Guaraní (Paraguai/Argentina), de Luis Zorraquín
Sin Norte (Chile), de Fernando Lavanderos
Las Toninas Van al Este (Uruguai/Argentina), de Gonzalo Delgado e Verónica Perrotta
O festival gaúcho vai conceder ainda o Troféu Cidade de Gramado para o ator Tony Ramos.

Publicado por Omelete

«Esse ano tudo está mais alegre, mais atraente», diz Rubens Ewald Filho

Por Rodrigo Fonseca

Calçado numa exibição do filme brasileiro mais polêmico do ano, Aquarius, com projeção esta noite (26), o Festival de Gramado inaugura hoje sua 44ª edição apostando no ineditismo, em comédias, numa cinebiografia musical e numa aguardada coprodução com nuestros hermanos argentinos. Um dos responsáveis por esse cardápio foi o mais popular dos críticos de cinema do país, o “homem Oscar”, Rubens Ewald Filho, que assina a curadoria da tradicional mostra competitiva ao lado de Eva Piwowarski e de Marcos Santuário. Eles decidiram o menu de 2016, apostando em títulos atípicos de longa metragem. Na lista de concorrentes nacionais estão: Barata Ribeiro, 716 (RJ), de Domingos Oliveira; El Mate (SP), de Bruno Kott; Elis (SP), de Hugo Prata; O Roubo da Taça (SP), de Caito Ortiz; O Silêncio do Céu (Brasil/Argentina), de Marco Dutra; e Tamo junto (RJ), de Matheus Souza.

Já na seleta de títulos hispânicos estão Campaña Antiargentina (Argentina), de Ale Parysow; Carga Sellada (Bolívia/ México/ Venezuela/ França), de Julia Vargas; Espejuelos Oscuros (Cuba), de Jessica Rodriguez; Esteros (Argentina/Brasil), de Papu Curotton; Guaraní (Paraguai/Argentina), de Luis Zorraquín; Sin Norte (Chile), deFernando Lavanderos; Las Toninas Van al Este (Uruguai/Argentina), de Gonzalo Delgado e Verónica Perrotta. Na entrevista a seguir, Ewald faz um balanço do que deve mobilizar a disputa pelo Kikito e antecipa alguns detalhes da festa da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood.

Omelete: Como você avalia o desenho da seleção de Gramado deste ano a começar pela presença de um filme do peso de Aquarius como abre-alas?

Rubens Ewald Filho: Antes dele, havia o filme da Anna Muylaert, o Mãe Só Há Uma, que chegamos a fechar com ela, até porque, a Anna é cria de Gramado [seu longa de estreia, Durval Discos, estreou lá], né? Bom, ela mudou de ideia e pediu para passá-lo, em vez disso, num festival latino em São Paulo. Naturalmente, aceitamos, mas bem que a gente gostaria de ter os dois, né? Seria ainda mais interessante. O filme do Kleber também foi negociado com muita simplicidade e nenhuma dúvida. Além disso, há anos estávamos perseguindo a Sonia Braga, sua estrela, para vir receber o prêmio especial. Então, agora, juntou tudo: temos o filme brasileiro do ano, indicado em Cannes e dos mais aguardados pelo circuito. Sobre a competição… Pela primeira vez conosco, todos os filmes concorrentes nacionais são inéditos em festivais e em circuito. Sinal de que tínhamos filmes bons disponíveis. É um bom sinal diria..Elis, que foi para a competição, ia ser apenas convidado para ser exibido hors-concours. Não se esqueça de que a cantora Elis Regina era gaúcha, né? Mas o distribuidor topou entrar com a gente concorrendo. Depois disso, nós tivemos a sorte de reunir um grupo de comédias de alto nível, todas surpreendentes, desde um perpétuo querido de Gramado – nosso Domingos Oliveira- a outros filmes igualmente talentosos e não óbvios. Na verdade, sempre quisemos que o gênero comédia tivesse mais espaço em festivais e veio bem ao caso, já que Gramado estava bem temperado também com atrações de Sundance, bons filmes latinos e otras cositas mais…

Omelete: Existe uma tendência mais evidente na produção nacional e na latina que pleiteou vaga este ano?

Ewald Filho: A tendência que a gente adorou foi o fato de termos coproduções entre Argentina e Brasil, inclusive um filme gay superdelicado e tocante. Tentamos também manter o esquema de um filme por país, ainda que a Argentina, tenha um lugar especial.

Omelete: Depois de cinco anos à frente da curadoria de Gramado, com seus parceiros Eva Piwowarski, Marcos Santuário e, antes, o finado José Wilker, como você avalia a atual identidade do festival no cenário cinematográfico brasileiro?

Ewald Filho: Creio que vocês vão sentir tudo este ano mais alegre, mais atraente, mais interessante, num festival cada vez mais diverso e interessante, sem preconceitos. Mas, de certa maneira, há também uma espécie de preview, do que gostaríamos que seja o festival do ano que vem… a edição de 45 anos… em que estamos desde já trabalhando.

Omelete: Qual é a representatividade de ver Sonia Braga premiada, já na abertura, com o troféu Oscarito, e José Mojica Marins, o eterno Zé do Caixão, ser laureado com o troféu Eduardo Abelin?

Ewald Filho: Eu acho extremamente feliz a coincidência de a Sonia estar de volta com Aquarius, numa volta tão por cima… Existia a certeza de que ela nunca deixou de ser uma querida para nós, sempre em nossos planos. Lembro que José Wilker (que foi curador de Gramado de 2012 até sua morte, em 2014) e ela eram grandes amigos e parceiros. Hoje, em nossa abertura, ele estará aplaudindo esta comemoração. Mojica finalmente foi lembrado. Só demorou um pouco a escolha dele para o troféu Eduardo Abelin por questões de saúde do nosso querido Zé do Caixão, que voltou à boa forma… sendo festejado também pela minissérie feita sobre sua vida pela TNT, que eu achei excepcional.

Omelete: O assunto aqui é Gramado, mas é uma tentação perguntar a você sobre o Oscar: quais seriam suas previsões para o prêmio da Academia de Artes e Ciência Cinematográficas de Hollywood deste ano?

Ewald Filho: Ali, a situação nunca esteve tão feia. Pra começar, nunca houve uma sucessão de fracassos de bilheteria tão grande quanto a deste ano, em todas as formas da indústria, até mesmo nos filmes de super-heróis, cena onde alguns renderam menos do que se pensava. Acredita que o Mogli, o Menino Lobo tem sido considerado possível concorrente? Fala-se muito, por lá, sobre um filme de arte já antigo, de 2015, que foi premiado em Cannes há mais de um ano, mas não passou aqui: A Lagosta, do grego Yorgos Lanthimos. Bom, o outro previsto para disputar prêmios era Birth of a Nation, do diretor negro Nate Parker. Mas, esta semana, revelou-se que o cineasta foi processado por estupro de uma mulher e que esta já faleceu. Isso quer dizer que ele está frito. Espera-se agora, na temporada que começa em setembro, o surgimento dos filmes mais sérios, potencialmente premiáveis. Dá para se prever que vai ser um ano difícil. O dado mais curioso é que guerra agora começa mais cedo porque aquela organização de críticos exibicionistas, a do Critic´s Choice, que exibimos pela primeira vez na televisão no ano passado, em 2016, mudou sua data, passando para meados de dezembro. Acho que será em 11 de dezembro, juntando TV e cinema, o que é uma loucura, porque muitos filmes só entram em circuito depois, o que vai dar a maior confusão. Mas a ideia é essa, pois eles querem derrubar o Globo de Ouro, ou seja, para eles, isso é mais importante do que levar a sério os filmes ou mesmo os prêmios. Antes de tudo querem é virar noticia. Mas não tendo filmes bons, como parece este ano, até aqui, no que vai dar este esforço?

Publicado por Omelete

Ministro da cultura é vaiado na abertura do Festival de Gramado

Marcelo Calero, ministro da cultura do governo interino de Michel Temer, foi ao Rio Grande do Sul, na noite desta sexta, para assistir ao filme pernambucano Aquarius, de Kleber Mendonça Filho, que abriu a programação do Festival de Cinema de Gramado. Antes do início da projeção, quando a marca do ministério apareceu na tela, uma parte da plateia o vaiou com intensidade e o chamou de «golpista» repetidamente.

O ministro ainda não havia visto Aquarius, mas já tinha feito comentários críticos a respeito do protesto contra o governo feito pelos artistas do filme no Festival de Cannes, quando o longa-metragem concorreu à Palma de Ouro.

Em Gramado, também estavam na plateia o pernambucano Alfredo Bertini, secretário nacional do audiovisual, e o jornalista Marcos Petrucelli, que está na comissão que selecionará o representante do Brasil na disputa por uma indicação ao Oscar.

A atriz Sonia Braga, que interpreta Clara, personagem central de Aquarius, foi homenageada antes da exibição do filme. Ela recebeu o Trofeú Oscarito, dedicado ao conjunto da obra da artista, que já foi indicada ao Globo de Ouro pelo filme O beijo da Mulher-Aranha (finalista do Oscar em 1986). O prêmio foi entregue pelo cineasta Bruno Barreto, que a dirigiu em Dona flor e seus dois maridos (1976) e Gabriela, cravo e canela (1983).

Na noite de abertura do Festival de Gramado, Marcelo Calero não subiu ao palco do cinema. Ele discursou antes do início da sessão, quando uma orquestra sinfônica fez um concerto no lado de fora do palácio.

Publicado por Diario de Pernambuco

El filme nacional “Guaraní”, en Festival de Gramado

Por Jorge Zárate

La película “Guaraní” se estrenará este 1 de setiembre, simultáneamente, en todos los cines del país. La cinta, dirigida por el argentino Luis Zorraquín, cuenta la historia de un abuelo paraguayo que toma su bote de pescador y decide lanzarse río Paraguay abajo para ir a conocer a su nieto en Buenos Aires.

“Aquí estamos… ansiosos por el avant-première de la película este próximo 25 de agosto”, cuenta Emilio Barreto, el protagonista principal de la historia.

El debut de la película en Paraguay, momento esencial, de este gran viaje de la cinta

coincide con la proyección, el martes 30 de agosto próximo en el 44º Festival de Cine de Gramado, Brasil.

“Es un evento muy importante y la película viene dejando muy buena impresión, más por el idioma, creo yo, por la presencia del guaraní, y seguramente el argumento, que también llama la atención. No sé cómo será en Brasil, pero esperamos que salga bien parada, ya cosechó 11 galardones en distintos festivales”, contó.

“Es el Festival de cine más importante del Cono Sur, no podía no participar, esto va a servir para calibrar el cine paraguayo, porque se mandan pocas películas nuestras al Brasil, que es un país que produce 250 películas al año”, recordó el actor.

“Buscamos que pueda ingresar al circuito brasileño, será importante porque es un público masivo y si llama la atención de los críticos, van a estar interesados los distribuidores”, expone.

Vale recordar que “Guaraní” se estrenó en Argentina el 7 de abril en Buenos Aires y está circulando por todo el país vecino, estuvo en los cines del litoral “y a raíz del Festival de Pinamar, hicimos contactos importantísimos con personalidades de distintas provincias y gente a la que les gustó, sobre todo a la paraguayada gustó mucho, se hizo popular en las redes sociales, del estreno salimos emocionados y con lágrimas”, recordó Barreto. “Causó un impacto importante en la comunidad paraguaya, sobre todo por su lengua, el paisaje, la historia, todo, estamos muy contentos con la marcha de la película”, comentó abierto a los nuevos caminos que el filme le tiene preparado.

Publicado por La Nación

Filme sobre Elis tem primeira sessão na 44ª edição do Festival de Gramado

Um dos filmes mais aguardados do ano, Elis – cinebiografia da cantora gaúcha Elis Regina (1945 – 1982) – tem a primeira sessão pública programada para as 19h de hoje no Palácio dos Festivais, em Gramado (RS). O filme de Hugo Prata disputa a 44ª edição do Festival de Cinema de Gramado. A entrada em circuito nacional está prevista para 24 de novembro.

A atriz Andreia Horta vive Elis no longa-metragem, dando vida a uma das personalidades mais controversas da MPB. No teatro, Elis foi interpretada pela atriz e cantora Laila Garin em musical que projetou Garin e que percorreu o Brasil com grande sucesso de público.

No filme de Hugo Prata (diretor da maioria dos DVDs e clipes da cantora Maria Rita, filha de Elis), a Pimentinha é retratada a partir da chegada à cidade do Rio de Janeiro (RJ), em fins de março de 1964. Embora já fosse popular na cidade natal de Porto Alegre (RS), Elis ainda era uma cantora sem expressão nacional e com repertório aquém da voz. Foi no Rio que ela se tornou, a partir de 1965, uma das maiores cantoras do Brasil de todos os tempos.

Publicado por OGlobo

Livro ‘100 Melhores Filmes Brasileiros’ será lançado no Festival de Gramado

Amantes da sétima arte e colecionadores de livros de arte precisam reservar espaço na estante para uma nova obra: ‘100 Melhores Filmes Brasileiros’, livro idealizado pela Associação Brasileira de Cinema (Abraccine), o Canal Brasil e a Editora Letramento.

O evento de lançamento será no dia 1º de setembro, a partir das 16h, na sede do clube Sociedade Recreio Gramadense, QG do Festival de Cinema de Gramado. A 44ª edição da mostra começa nesta sexta-feira (26) e vai até o dia 3. Treze filmes de longa-metragem, entre títulos nacionais e latinos, disputarão o troféu Kikito.

Produzido em formato especial (capa dura, lombada quadrada e apurada edição de arte), ‘100 Melhores Filmes Brasileiros’ reúne os vencedores de votação realizada pela Abraccine entre associados e convidados, em 2015.

A seleção priorizou a relevância artística da cinematografia, sem fazer distinção de data de lançamento, gênero ou metragem. Cada filme foi analisado por um especialista.

Entre os que têm suas obras no livro estão diretores que fizeram história no cinema brasileiro, como Glauber Rocha, Leon Hirszman, Nelson Pereira dos Santos, Eduardo Coutinho, Paulo Cezar Saraceni, Joaquim Pedro de Andrade, Luiz Sergio Person e Carlos Reichenbach. O longa mais antigo da lista é ‘Limite’, de Mario Peixoto, lançado em 1931.

Os 100 selecionados também abraçam produções recentes, como ‘Cidade de Deus’, ‘Central do Brasil’, ‘Tropa de Elite’, ‘O Céu de Suely’, ‘Bicho de Sete Cabeças’, ‘Carandiru’, ‘Cinema, Aspirina e Urubus’, ‘Tatuagem’, ‘Amarelo Manga’, ‘O Palhaço’ e ‘Que Horas Ela Volta?’, este último destaque nos cinemas brasileiros e em festivais internacionais no ano passado.

Em setembro, o Canal Brasil completa 18 anos. Entre as comemorações haverá uma mostra com vinte dos cem filmes presentes no livro. Entre as obras, ‘O Pagador de Promessas’ (1962), de Anselmo Duarte (vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes), ‘O Bandido da Luz Vermelha’ (1968), de Rogério Sganzerla, e ‘Pixote, a Lei do Mais Fraco’ (1981), de Hector Babenco. As exibições começam no dia 12 de setembro, sempre à meia-noite e quinze.

Publicado por Terra
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